Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Sabe "moda"? Eu não.

São Paulo Fashion Week tá aí. Ou tava? Já passou? Ou é a Fashion Week do Rio de Janeiro?

Por esse primeiro parágrafo, acho que dá pra perceber que eu não sou muito ligado em moda. Mas qualquer sonolento incauto pode pensar que eu sou um alienado e não sei o que tá se passando à minha volta, ao redor do mundo, ou que mega-evento de moda está acontecendo no Sudeste do país onde moro.

Então vamos deixar as coisas um pouco mais claras: eu não entendo patavina de moda. Eu não entendo bulhufas de moda. Eu não entendo PORRA NENHUMA de moda. Eu não me ofenderia se me chamassem de "consultor de moda do Falcão" - o cantor, e não o ex-jogador e comentarista global. O máximo que eu retrucaria é "viado é tu, seu bixa".

Ainda não ficou muito claro? Ok, vamos a um exemplo prático e verídico.

Cenário: sala de professores de um badalado instituto de ensino médio. Lá encontra-se um pequeno garoto cabeludo. Ele está estudando. Seu nome é... Pequeno Garoto. Uma professora chega cheia de sacolas e as deposita sobre a mesa. Começa a retirar delas um monte de panos e objetos de lã, fazendo comentários com sabe-se lá quem - comigo, talvez. Digo, com Pequeno Garoto.

- Ai, olha esse, que lindo! E esse então? Nossa, a moça que faz isso é ótima! Puxa, esse tá muito bonito!

Tentei... digo, Pequeno Garoto tentou ser simpático. Humildemente SIMPÁTICO.

- É mesmo... o que é isso? Aqueles enfeites pra cortinas? Como é que se pendura? Que diferente né?
- É, diferente sim... mas isso é pra USAR NO PESCOÇO...

Se estiver calado, Pequeno Garoto deve ser o sujeito mais simpático do universo.

(Aliás, tou aqui pensando como REALMENTE não entendo nada de moda: de onde eu... digo, de onde Pequeno Garoto tirou esse negócio de "enfeite pra cortina"? Isso existe?)

Sábado, 13 de Junho de 2009

Nome feio

Ter um nome feio é um negócio especial. Cada sala de aula, por exemplo, pode ter 3 Felipes e 4 Rodrigos, e eles serão reconhecidos por nome e sobrenome. Alguém com um nome incomum e feio, não. Não é todo mundo que pode se gabar de ter a necessidade irrefutável de repetir o próprio nome quinze vezes em resposta à pergunta "qual seu nome?" - e terminar mostrando um documento que explique visualmente o que a gente não conseguiu explicar verbalmente.

Apesar de eu ter falado bonito, muita gente vai ler esse primeiro parágrafo, compará-lo com o título do post e pensar "pombas, achei que o texto seria sobre palavrões. E seria bem melhor que fosse sobre palavrões mesmo, afinal que moral o Egídio tem pra apontar o dedo pra alguém e dizer que o nome desse alguém é feio?".

De fato, ter "Egídio" como nome não é exatamente uma graça de Deus. Mas é justamente por isso que eu tenho capacidade pra falar. É como se eu tivesse especialização em nomes escrotos - só que, ao invés de passar por uma faculdade, eu simplesmente nasci com essa sapiência, essa autoridade. Eu tenho moral para falar de nomes escrotos porque convivo diariamente neste submundo. Eu praticamente sinto o cheiro de um nome fedorento quando ouço um.

No meu caso, nome escroto é basicamente uma tradição familiar. Eu sou o terceiro Egídio da minha árvore genealógica e o segundo em seqüência - o que me adiciona um "Júnior" ao final do meu nome completo - todo mundo ri disso, mas eu acho sensacional ter um "Júnior" acrescido ao meu nome. Acho... salvador.

Mas então. Certa feita estava eu no supermercado com minha mãe, quando uma voz feminina sensualíssima anunciou no alto-falante:

- Egídio Pizarro, favor comparecer à secretaria.

(Antes de continuar, eu sugiro que vocês, leitores, pensem com muito carinho sobre piadas com relação ao meu nome. "Egípcio Bizarro Cigarro Pigarro Pisado" não é nem um pouco criativo. Pelo menos metade do colégio onde eu estudava chegou na frente de vocês e gastou a maioria dessas piadas.)

"Pronto", pensei. "Descobriram que eu roubei um Fandangos sabor queijo e a dona da voz sensual quer que eu divida o salgadinho com ela na cama". Sabem o que é pior? Eu sequer havia cogitado roubar um Fandangos sabor queijo. Não havia surrupiado nada do supermercado. Até porque eu prefiro Fandangos sabor presunto. Mais: eu não me deixo seduzir unicamente por uma voz. Vai que ela tenha a voz bonita, mas seja uma cópia feminina do Michael Jackson cheio de plásticas depois da guerra?

E sabem o que é mais pior de ruim ainda? Minha mãe, uma das principais responsáveis pelo meu nome, percebeu o cagaço que levei e ria como se não houvesse amanhã. Como se pensasse "hehe, zoei". Depois de parar de rir, ela me explicou que "Egídio" é uma tradição familiar que não pertence apenas à minha ascendência. Logo, eu não era o único. Havia um outro Egídio Pizarro em outras partes da família, e pelo visto o desgraçado trabalhava no tal supermercado.

A história não acaba aqui. Dia desses estava eu no ex-CEFET gaúcho, atual IFSul. Para entrar lá como visitante e futuro estagiário, como é o caso deste nanico que vos escreve, é necessário ter um cadastro doido - que eu já tinha feito.

- Nome?
- Egídio.
- Do quê?

Em outros tempos, essa seria uma pergunta burra em 100% dos casos. Se eu desse 1 centavo a cada Egídio que encontrassem no mesmo recinto que eu, não daria centavos a ninguém. A não ser no supermercado.

- Egídio, ué. Egídio Pizarro.
- Egídio Delli Pizarro?

Ora, mas que porra de Delli é essa?

- Não, Egídio Pizarro.
- Então. Egídio Delli Pizarro.
- Delli? Que Delli?

Vou contar um negócio sério: eu juro pra vocês que imaginei que o porteiro fosse um viado e estava prestes a me passar uma cantada despudoradamente mais escrota que meu nome. "Delli, de Dellicioso, tou sozinho em casa, benhê".

Felizmente isso não aconteceu. O rapaz fez mais uma pesquisa no banco de dados e mandou:

- Egídio Júnior?
- Isso. Onde tá o Delli?
- É outro Egídio Pizarro que tem por aqui. - e me entregou o crachá.

Se isso não for a definição de "mundo pequeno", eu não sei o que mais pode ser. Nunca imaginei ter motivos para ser alguém admirado, seguido e idolatrado por algum fanático que resolveu se auto-batizar com o meu nome (ou pior, batizar um filho com meu nome), então pergunto: onde diabos anda a criatividade humana para dar nome aos seus filhos?

Sábado, 6 de Junho de 2009

Pensando

Artistas são capazes de fazer coisas incríveis no Photoshop. Vejam:


Ver um negócio desses me faz pensar.

"McDonalds investe em filiais para casas de massagem"

"McDonalds investe em filiais para sex-shops"

"McDonalds investe em novo McLanche Feliz - agora mais feliz do que nunca"

"McDonalds cria novo lanche: MasQueBosta Feliz"

"Nova embalagem do McDonalds reacende polêmica sobre higiente alimentar"

"Pesquisa ilustrada revela: lanches do McDonalds não são bem digeridos pelo organismo"

"Hey garçom, achei um peido no meu lanche!"

"Hey garçom, achei um peido SÓLIDO no meu lanche!"

"Hey garçom, que merda é essa?"

"Quero um McPeido Feliz. Oba, que brinde bacana!"


Me faz pensar demais.

Sábado, 30 de Maio de 2009

Castigo quase merecido

RIAA pede pena de morte para quem baixa música na web

Já teve gente dizendo que essa notícia é completamente fake. Eu não sei, e tampouco interessa saber se é fake ou não. O fato é que eu fiquei muito chocado e o pessoal anda dizendo que essa pena é pesada demais. Particularmente, não tenho muita certeza disso. Vamos analisar?

A RIAA (...) exigiu que a justiça do Estado de Oklahoma aplique a pena de morte em três adolescentes que baixaram compulsivamente músicas do rapper Kanye West.

Se o filho que eu não tenho baixasse UMA música do Kanye West, eu teria motivos suficientes para deixá-lo de castigo por 1 mês, trancafiado em um quarto sem televisão, sem internet, sem música e sem revista de mulher pelada. Apenas com livros de Química. Opa, exagerei.

Agora, se o filho que eu não tenho baixasse músicas do Kanye West compulsivamente, é um sinal que esse filho que eu não tenho é um caso perdido.

Imagino as possibilidades de conversa com o guri:

- Porra, piá! Os anos escutando Led Zeppelin não te serviram de nada? Te comprei 4 discos do Dire Straits e o que acontece? Kanye West! Desgraçado! Admite! Desembucha! Desde quando tu tás nessas drogas pesadas? Só falta me dizer que fica escutando isso no volume máximo! O QUE OS VIZINHOS VÃO DIZER, MEUDEUSDOCÉU?

Ou então, desabafando em um boteco, com um colega de copo:

- Meu filho tá baixando músicas do Kanye West. Compulsivamente. Não baixa nenhum episódio do Chaves, nem filme da Silvia Saint, sequer entra no site da Playboy. Só músicas do Kanye West mesmo. Onde foi que eu errei? Só me resta beber. Desce mais duas ampolas de diurético.

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Mamãe é de morte

(Aviso: este post pode conter spoilers. Ou não. Depende da interpretação, da vontade e do estado etílico e/ou mental do leitor. Se o leitor for cego, logicamente não terá spoilers. Mas se o leitor cego escutar este post, quer dizer que alguém está lendo o post para ele, ou então que o cego é ninja, já que este blog não tem opção de leitura para cegos. Já nem lembro mais sobre o que eu ia escrever nesse post.)

(Ah, lembrei.)


O mundo seria um lugar bem melhor e menos poluído se todos os cineastas tivessem o mesmo senso de humor e de ridículo que John Waters, o diretor de "Mamãe é de Morte", que, se traduzido literalmente, seria lançado no Brasil com o título de "Mamãe Serial" ou mesmo "Mamãe em Série". Isso dá uma rasteira em todos aqueles chatos que dizem que brasileiros não sabem traduzir títulos de filmes.

Quando eu falo em senso de ridículo, eu quero dizer o velho e bom senso que nos faz admitir "ok, isto está ficando uma bosta colossal". John Waters certamente teve este pensamento quando estava no meio da produção deste filme e decidiu: "Já que tá feio, vou aloprar de vez com essa porra."

O resultado final foi um filme horrível, e quando eu digo "horrível" eu quero dizer que "bosta colossal" é um elogio. A coisa é tão grave que o filme é sensacional, uma obra-prima. Vocês vão me dizer que eu estou sendo contraditório, mas acho melhor vocês calarem a boca e assistirem o filme para entenderem o que eu estou falando.


Kathleen Turner interpreta Beverly Sutphin, uma mãe de família que daria orgulho à mãe de Jason Vorhees - e até mesmo ao próprio Jason Vorhees. O espectador é apresentado ao instinto assassino de Beverly em uma cena inusitada: uma inocente mosca espalha seus germes fecais pelo café da manhã da família e, aparentemente, somente Beverly percebe isso. Em meio a um diálogo sem muita importância, ela passa 2 ou 3 minutos do filme tentando trucidar a mosca em meio à torradas, sucos, manteigas e a desatenção total da família.

Higienicamente, a mosca encontra seu fim quando pousa em uma cadeira, e seu cadáver jaz em meio a um efeito especial que parece ter sido feito com uma jaca arremessada do décimo quinto andar de um prédio que só possui 13 andares.

A supracitada mosquinha é apenas a primeira vítima fatal de Beverly. Na sua lista acaba entrando ainda um professor da escola do seu filho, que morre cuspindo algo que não se sabe se é um dente, um chiclete ou uma melancia - arrisco dizer que é uma mistura dos três.

Outra vítima é o amor da vida da filha - pelo menos era o amor da vida naquela semana. O cara dá um pé na bunda da guria, o que por tabela revolta a mãe e aparece com uma loira de parar o trânsito. A morte do garanhão, por sinal, é uma cena ímpar na história do cinema. Acompanhem o descobrimento do corpo:



Um primor de atuação. Nem Dado Dolabella conseguiria fazer igual. A todas essas, o diretor já estava pensando que o filme não tava saindo exatamente como o planejado e resolve começar a aloprar de verdade. Atentem para o cartaz do filme. Notaram alguém conhecido? É isso mesmo: John Waters tem a colaboração de ninguém mais, ninguem menos que Salsicha.


Scooby Doo resolveu não participar do filme, por achar baixo o cachê de biscoitos Scooby. Percebam como Salsicha fica preocupado.

Lá pelas tantas, Salsicha - que é o filho da assassina - informa à mãe que um coleguinha e seus pais a ofenderam. Não me lembro bem as palavras, mas foram termos realmente pesados. Se a memória não me falha, foi algo como "boba" e "cara de mamão". Isso tudo na hora do jantar da família.

A mãe sorri e diz "já volto". Sem mais essa nem aquela, ela ruma para a casa do tal amiguinho. A família percebe o que está para acontecer e resolve ir salvar o tal amiguinho. É aí que a gente percebe que a casa do tal amiguinho é realmente grande, porque a Beverly entra por um lado e mata os pais do amiguinho, enquanto a família entra pelo outro e interrompe uma punheta furiosíssima que o amiguinho está batendo embaixo das cobertas, inspirado por um filme "pornô" que não excitaria nem mesmo um náufrago tarado e necessitado. E um lado não percebe o outro.

Aí a coisa já descambou pra uma alopragem insana. Para se ter uma idéia, Beverly, com uma faca na mão, desiste de matar uma cliente da locadora do filho. Bondosa que ela só, troca a faca por um PERNIL e manda a velha pro outro lado. A essa altura, Beverly já é celebridade nacional e até entra de graça em shows do L7!

Beverly é mandada a júri, onde dispensa seu advogado e organiza a própria defesa, baseada em 2 livros de Direito: "O Estado contra Fulano" e "O Estado contra Beltrano". Fulano e Beltrano são nomes fictícios, já que não quiseram ser identificados pela minha memória. Obviamente ela é julgada inocente de todos os crimes e encerra o filme matando uma mulher do júri.

Pra quem tá com aquela pressa insana de ver essa pérola depois de ler essa resenha, vou contar que o filme está disponível no YouTube NA ÍNTEGRA, dividido em oito partes. Eu não vou linkar aqui porque, como vocês sabem, não quero que esse tal de Direito Autoral venha comer meu fiofó. Então corram pro YouTube e procurem por "Serial Mom".

Mas aconselho completar um curso de inglês antes, porque não está legendado.

Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Da série "Pedro, este distinto senhor"

Então o Forecast Fox, um aplicativo para o Mozilla Firefox que mostra a previsão do tempo para a sua cidade, me aponta que hoje, terça-feira, irá chover. "Opa", penso eu, "vou evitar sair". Afinal, estúpido que sou, levo em consideração os apontamentos de um aplicativo que consegue acertar menos previsões que o Pelé em época de Copa do Mundo.

Contratempos aparecem, a chuva não, resolvo eu sair para resolver os tais contratempos. Eis que levanta uma ventania absurda e nuvens mais escuras que o Pelé dão o ar da graça. Se estivéssemos em 2000, religiosos sairiam às ruas para dar uma espiada no apocalipse, mas estamos em 2009 e é apenas mais uma chuva se aproximando. Pelo menos era o que eu pensava e o que me fez desistir da ideia de sair. Assim como apareceu, o cenário do apocalipse foi embora. Água? Somente da torneira onde eu escovava os dentes. Que estava fechada, afinal eu sou um moço muito antenado nesses negócios de escassez de água.

Já que a chuva tava envergonhada e não apareceria nem se o Pelé acertasse uma previsão futebolística, resolvi sair. Eis que mais nuvens negras aparecem e eu penso "vão se foder. Enganem a mãe de vocês, nuvens putas sem mãe". Vejam, eu estava um pouco brabo. Então vesti minha roupa, passei o desodorante ao invés de passar vergonha na rua e abri a porta. E o que me recebe na porta da minha casa?

Os primeiros e consistentes pingos de chuva do mês.

Ou seja, São Pedro é um velho muito filho da puta que fica de olho em todos os meus passos. Se eu não for louco, estou ouvindo suas risadas nesse exato instante.

Sábado, 2 de Maio de 2009

Loucos efeitos da gripe porca

- Querido, estou com medo dessa gripe suína.
- Papai, se a mamãe contar a historinha dos três porquinhos de novo, a gente vai pegar gripe suína?
- Unhééééé!
- Tio, então a historinha dos três porquinhos pode matar?
- Unhééééé!
- Veja querido, até ele está assustado!
- Pai, tô com fome. Ainda tem salsichão de porco?
- Mas que salsichão de porco, criatura! Tá querendo morrer?
- Unhééééé! Mãe, olha o tio me assustando!
- Olha aí! Assustou a criança!
- Perdão.
- Querido, tá vendo? A situação tá desesperadora!
- É cunhado, não podemos facilitar!
- Eu acho que a gente já teve problema com a gripe aviária. Não podemos facilitar mesmo! Você mesmo, quase pegou gripe aviária daquela piranha!
- Piranha é ave?
- Não. Mas aquela piranha, além de piranha, era galinha!
- Cunhado, você tava comigo! Diz pra ela que eu não fiz nada!
- Ah tá!
- Não fiz! E eu é que preciso ter medo dessa gripe suína! Você não sai de perto daquele pedreiro porco!
- Ei, acalmem os ânimos.
- Pai, continuo com fome. Quero torresmo.
- Unhééééé!
- Acho que essa criança já tá traumatizada com o porco.
- Pai, como será que tá o Gaguinho a essas alturas?
- Sobrinho, ninguém aqui conhece o Gaguinho. É a censura.
- Unhééééé!
- Cale-se! É proibido chorar!
- Pai, tá na hora da gente ir pra escola.
- Cunhado, tá na hora de eu ir trabalhar.
- E tá na hora de eu fazer compras.
- Sua fútil.
- Fútil nada! Vamos todos de ônibus.
- Está louca, sua louca? Quer se arriscar a pegar uma gripe suína?
- Será que transmite pelo ônibus?
- Pai, o Gaguinho anda de ônibus?
- Estamos atrasados! Preciso trabalhar!
- Querido, não fique aí parado! Fale, faça alguma coisa! Temos que sair e não podemos pegar ônibus!
- PUTA QUE PARIU! Tá bom! Eu levo todo mundo!
- Mas tem capacete pra todo mundo?
- Capacete é o cacete. Se alguém se estrepar, todo mundo se estrepa junto. Vamos.


Ei, chega pra lá! Tô apertado aqui! Não me encoxa!